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Postado por Editor em 06-04-11
OPINIÃO com Edézio Paz
Rio 10/03/2012
A crítica é um mal necessário para se aguçar o tempo e o espaço que ocupamos. Principalmente para os que sabem discernir essa importante ferramenta da palavra. Só a critica no mundo da dança, poderá fazer a classe e sua arte crescer, até porque, a crítica faz você ser mais que um simples bailarino ou interprete, mas sim um artista cidadão. Infelizmente, nem tudo é como gostaríamos em nosso meio. As provocações são necessárias para o crescimento dessa arte no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil. Fui assistir a um espetáculo de uma Cia de Belo Horizonte que se apresentava no Teatro Cacilda Becker dentro do importante projeto “Mambembão”, que teve a curadoria da produtora Regina Levy. O “Mambembão” com certeza é uma porta importante para divulgar a dança, mas só precisava que a curadoria avaliasse melhor o que mostrar neste importante projeto que teve toda visibilidade da imprensa de massa. A dança, ou melhor, os grupos ou coletivos como queiram dar o nome, na minha opinião, que assisti no Teatro Cacilda Becker o “Movasse – Coletivo de Criação em Dança (MG)”, foi de uma falta total de dança e emoção, sem falar na concepção, na falta de coreografia...e para saber que acabou a apresentação?!! O pequeno público ficou a espera de quem sabia que havia terminado para puxar os aplausos! Tipo: será que acabou mesmo ? Artur Xexéo uma certa vez fez um artigo sobre o que a dança Contemporânea na cidade do Rio de Janeiro estava apresentando. A classe do movimento contemporâneo pediu a cabeça do jornalista, houve abaixo assinado e por ai foi. E era a pura verdade quando o culto jornalista citou em seu texto, inúmeras observações que já venho citando em meus artigos neste humilde jornal, “Claro, aqui não é O GLOBO”, e não adianta fazerem abaixo assinado! Aqui é o Jornal da Dança para a DANÇA e precisam digerirem querendo ou não! É importante ressaltar que as observações servem para todo o Brasil com o que estão fazendo em nome da dança... Gente: Que dança estão querendo colocar ao pequeno público que ainda se encaminha às bilheterias para ver dança? E, o que os curadores estão fazendo com as oportunidades que a dança recebe para mostrar a sua produção? Será que a dança, hoje alimentada pelos editais, é só essa em que um corre pra lá e pra cá, se jogando no chão sem nenhum sentido, gritinhos e suspiros em cena, nus desnecessários, é suficiente para mostrar a produção de dança dos estados representados no Mambembão? Intervenções de projeções sem sentido nenhum com a proposta. Propostas estas que só entende o coletivo que cria? Eu quero deixar bem claro, que sei o quanto os bailarinos (intérpretes como agora chamam) estudam a ciência do movimento, as conexões do corpo e do pensamento do corpo nas salas de universidades, mas é preciso saber que a dança não é só o que estão apresentando ou o que apresentaram no Mambembão. Faltou à curadoria deixar claro que o público iria assistir “Vídeo dança” e a DANÇA? As criações coreográficas tem sim que acompanhar estética, emoção e expressão, mas também dança enquanto arte e técnica. Parece que estão querendo reinventar a roda na dança! Acho que a oportunidade de mostrar a diversidade da produção criativa de dança no Mambembão foi desperdiçada pela curadoria. Bom apenas para quem vive da pesquisa do movimento e do vídeo, mas péssimo para quem ainda tem esperança de coreografar um bom Ballet, Jazz e por que não um bom Ballet Contemporâneo? Parece que estamos vivendo quase a mesma ditadura do ballet clássico dos anos sessenta, onde tudo era o ballet, qualquer evento era o ballet, qualquer discussão de dança era o ballet e assim se repete hoje tendo como manifestação principal a dança contemporânea, mas isso tudo é corroborado por um agravante, pois este movimento nada coletivo tem o endosso do Estado através dos Editais e seus representantes que parecem reféns dessa ordem nem um pouco democrática. O mais interessante disso é que as pessoas não percebem que isso só beneficia o que o Estado quer: economizar e lavar suas mãos sobre os problemas de mercado da dança. Afinal, as Cias, grupos ou coletivos vão à cena sem precisar de coreógrafo, luz, música, cenário, figurino, por que é assim que estão entrando em cena, custo zero, mas os valores nos Editais são bem iluminados...! E o público? Para quê? Se o Estado já pagou tudo! Para que se preocupar com a bilheteria? Formar plateia? Isso é ultrajante... Para que se preocupar com outros artistas que não estão na chancela dos Editais? Eles que corram atrás! A verdade e o pior é que os gestores públicos continuam a dizer que isso é a demanda da classe! Que classe mesmo? Por que eu adoro dança, seja ela qual for, mas “dança”, adoro ver bailarino em cena, seja ele qual for, mas “bailarino” que dance. OBS.: Eu gostaria de entender como os artistas da dança contemporânea conseguem viajar tanto para o exterior em intercâmbios com seu trabalho enquanto bailarinos de outras modalidades, que ganham prêmios em grandes concursos não conseguem uma passagem para representar o Brasil ou o
Estado do Rio de Janeiro em festivais pelo mundo a fora! Coisa estranha! Para quem está usando essa palavra tão sublime que é “DANÇA” precisa saber que ela não merece ser apresentada como estão fazendo nos teatros. Não se trata de generalizar, mas quando o termômetro do público acende luz amarela é preciso refletir. Fica aqui uma dica para os profissionais do Jazz, Flamenco, Afro, Ballet Clássico, Dança do Ventre, Sapateado, Dança de Salão e Dança Moderna acordem para o que está acontecendo ao invés de ficar criticando entre quatro paredes. Comecem a agir através de criações inovadoras... Por que até o BNDES já fez para 2012 edital com “Ênfase em Dança Contemporânea”, isso é apenas mais uma para massacrar qualquer tentativa de democratizar o acesso de outras linguagens. Com essa do BNDES, fica mais difícil respirar dentro da dança. O Mambembão foi uma iniciativa da FUNARTE e uma vontade do atual Presidente Antônio Grassi de retomar este projeto que aconteceu nos anos 70 e 80 com grande sucesso. Nessa nova roupagem do Mambembão, ele fez questão de colocar a dança. Espero que a curadoria na próxima seja mais democrática nas linguagens de dança em nosso país. Participaram dessa edição na área de dança: Lúdica Eventos e Projetos (GO)Movasse – Coletivo de Criação em Dança (MG) Otávio Bastos (PE) ARCO Projetos em Arte(SC) Índios.com Cia de Dança(AM) e Cia Dezeo Ito(BA). Teatro: Hiperativa Comunicação e Cultura (BA) Grupo Cena (DF) Grupo IN.CO.MO.DE – TE (RS) Companhia Brasileira de Teatro (PR) Marcos Damaceno Companhia de Teatro (PR)Grupo Quatroloscinco – Teatro do Comum (MG) Coletivo Angu de Teatro (PE) Cia Teatro Mosaico
(MT) e Quartinho Direções Artísticas (DF)
OPINIÃO com Edézio Paz
Rio, 10/01/2012
O FADA, "FUNDO DE APOIO A DANÇA", um programa criado pela Secretaria Municipal de Cultura do Município do Rio de Janeiro, é sem duvida uma grande ferramenta para o desenvolvimento da dança e dos que vivem dessa arte, mas é preciso que o Poder Público tome bastante cuidado com a formação do Edital. Na primeira fase dos projetos vencedores, se percebe contemplados ganhando duas vezes no mesmo edital: como assim? Nomes que sempre estiveram sobre a benção do Estado, assim como títulos de projetos sendo apresentados posteriormente e faculdades privadas sendo beneficiadas em editais. Se o FADA tem como princípio investir e promover a dança e seus profissionais, é preciso que antes de tudo revejam que a dança no Município do Rio de Janeiro, não se resume apenas em pesquisa e Cias, mas tem muito mais no vasto guarda-chuva que forma a dança. É preciso que o Estado cobre o resultado dos investimentos públicos e dê sim, uma satisfação aos que ainda não foram contemplados pelo FADA, assim como apresentar quem compôs a comissão que julgou os projetos, seus critérios, extra edital para o julgamento dos proponentes. O Jornal da Dança, a partir dessa edição vai trazer aos seus leitores todos os resultados de editais que envolvam a dança, objetivando com isso a sua contribuição para a democratização da informação na dança, até por que nem todo mundo vive conectado 24 horas na internet, e nada como o bom e velho papel para consultar e carregar consigo. A classe ainda corre muito atrás de editais desde a época do saudoso Celso Cardoso na gestão de Carlos Miranda no IACEN, mas não corre para que o Estado ou Município lhes dêem um teatro digno de sua grandeza e produtividade (me ocorreu agora que os 5 milhões do FADA daria para comprar o Teatro Tereza Rachel em Copacabana) Será que não seria melhor a classe não ter por um ano este investimento em produções e cias. e o dinheiro ser direcionado para a aquisição do teatro? Afinal de contas, editais temos no Estado, FUNARTE, Eletrobrás, Petrobras, Caixa entre outros. Os que acreditam que só os editais resolvem seus problemas de ir à cena e pensarem na dança não ficariam órfãos. A certeza de ter o Tereza Rachel seria uma aquisição material para o resto da vida dessa classe, para, a partir daí, continuar um FADA como deveria ser, em minha opinião, viabilizador de oportunidades para quem cria e gesta dança em nosso Município. A minha sugestão para o Prefeito Eduardo Paes e o Secretario de Cultura Emilio Khalil para 2012, é que promovam um "Fórum" para debater mais os interesses de gestores, produtores e trabalhadores da dança, mas com ampla divulgação para que os trabalhadores que se encontram nos locais mais distantes do centro e zona sul possam tomar conhecimento e estarem presentes. Isso vai ser um grande presente para todos com uma mesa formada por quem vive e sabe das necessidades de interagir e ser oportunizado nas políticas públicas. O FADA, "não pode ser fada madrinha". Conheça a baixo os contemplados na Primeira edição do FADA.
Rio, 06/04/2011
Caros amigos leitores e profissionais da dança! Estou vivendo um dilema... ou sei lá o quê, atualmente tenho me questionado muito se devo ou não continuar a lutar pela democratização da informação na dança, se devo ou não continuar ser honesto com minhas opiniões e análises aqui emitidas. Há quase trinta anos me dedico a viver da dança, trabalhando duro e sem sequer ter recebido um apoio financeiro do Estado para quase trinta produções em dança, mas continuo aqui firme e forte, defendendo o que acredito que seja melhor para a dança. Tenho acompanhado o mesmo filme de grupos que se acham tão independentes, que lutam para que o Estado os adote, mas até quando isso vai continuar? Até quando as cias e profissionais, já subvencionados diversas vezes pelo poder público, vão ficar sempre na expectativa que o Estado deva sempre de olhar para a mesma direção? Eu estava lendo um documento, retirado de algumas reuniões que alguns profissionais se reuniram para redigir com propostas para a gestão do Secretário Municipal, Emílio Kalil, para que o mesmo venha implantar para a classe – segundo o documento, intitulado “Abaixo – assinado Carta Aberta da Dança ao Secretário Municipal de Cultura da cidade do Rio de Janeiro”. Muito bem, primeiro acho de extrema importância a mobilização de grupos, profissionais,estudantes e de toda a cadeia produtiva da dança para reivindicar seus interesses, o que não dá é para grupos reunidos sem uma ampla divulgação, sem usar os veículos de comunicações em dança e em espaços privados, tirarem documento em nome das necessidades da classe sem que no mínimo a mesma seja mobilizada e o pior, entregar ao Secretário um documento como se ali realmente estivesse pelo menos a metade de suas necessidades e dos “Criadores, bailarinos, performers, coreógrafos, produtores, gestores culturais, professores, críticos, curadores e pesquisadores de dança do Rio de Janeiro. Quando digo que é o mesmo filme, é que desde o início da década de 90 isso vem se repetindo, criaram tantas novas funções na dança que a figura mais importante para exercer a arte de dançar foi quase esquecida, o “bailarino” substituído pelo “intérprete”, como se o bailarino não fosse o próprio... Voltando ao documento, me chama atenção no que foi elaborado é a semelhança em resgatar só as mesmas coisas e para o mesmo seguimento em sua maior parte das reivindicações, sempre ressaltando o Panorama de dança (Dança Contemporânea), Dança em Trânsito e Circuito Carioca de dança perfeito esses eventos terem apoio, mas cadê o resgate da Mostra de Novos Coreógrafos? Por quê os responsáveis pelas reuniões não pesquisaram mais ou procuraram saber de eventos que já aconteceram na cidade com sucesso e pararam, como Mostra Coreográfica de Dança de Salão, Gala Espanhola, Semana do Dia Internacional da Dança, CBDD, Festival Arte de Dançar assim como outros importantes eventos para a dança que tiveram que acontecer fora do Município do Rio de Janeiro por falta de espaço nas pautas dos teatros municipais ? Será que os gestores envolvidos nesses projetos não deveriam ser ouvidos? Lendo o documento ele me remete a fazer tantas perguntas, como: Cadê o resultado dos investimentos públicos já feitos nas gestões passadas em dança? As cias. subvencionadas de 1995 a 2005 se estabilizaram no mercado gerando empregos aos bailarinos. Como estão elas hoje e seus bailarinos? Cadê os resultados dos profissionais subvencionados do Programa de Bolsas RioArte? O que quero dizer com isso e esses questionamentos, é que nenhum gestor público é inocente. É preciso que quem se propõe a elaborar uma proposta de política pública ou de Estado para a dança, antes de mais nada entenda que o Estado tem compromisso “público e por sua vez o gestor” e por isso é preciso que a classe seja realmente ouvida. É preciso exaurir o debate, passar por cima das diferenças, falar mais a linguagem da arte que é “simples”. É preciso que a classe da dança se dê um banho de auto-valorização respeitando-se de dentro para fora, do menor ao maior, para aí sim a classe propor uma política pública para a dança, não só no Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil. Os reflexos quase invisíveis das ações dentro da dança são exatamente o que o bom gestor público vê. Para fechar é preciso que os proponentes de reuniões na dança usem de verdade o Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro e o Teatro Cacilda Becker na cidade do Rio de Janeiro que são da dança para a dança. É preciso usá-los não apenas para oficinas, laboratórios, espetáculos, mas como pontos de discussões de interesse da classe. Afinal são ou não são espaços da dança? Por quê reuniões em espaços privados para tirar documentos em nome da classe? É muito constrangedor para a própria classe. Enquanto no Rio de Janeiro continuar esse esfacelamento de relação, inúmeras gerações continuarão a se perguntar fazer dança, “por lazer e amor?” E como ficam as contas?
OPINIÃO com Edézio Paz
Rio, 27/12/2010
A classe da dança no Rio de Janeiro chega a mais um final de ano com poucos avanços, para seu coletivo e cada vez menos espaços cênicos para os festivais, mostras e espetáculos nos teatros cariocas. É notório a falta de um circuito de eventos formadores de platéia e futuros bailarinos e coreógrafos no Estado, mas uma pena que ainda o povo só espera a subvenção para seus grupos, pesquisas e residências como se só isso fosse alavancar todas as necessidades para o crescimento e fortalecimento da classe no Estado. 2010, ainda foi um ano que diretores de escolas de dança continuam a ser pouco participativos nas questões da dança, ou seja, querem o resultado pra ontem, mas poucos abrem seu espaço de tempo para participar e tomar conhecimento do que acontece no meio, outro assunto levantado na SEMANA DO DIA INTERNACIONAL DA DANÇA, e que foi ensaiado iniciar continuar um grande debate! Foi sobre a Lei Complementar n°128 de 19 de dezembro de 2008, que beneficiou inúmeras profissões, inclusive Artes Cênicas, EXCETO DANÇA, curiosamente nenhuma entidade ou coletivo, tomou a frente para discutir essa questão ai fica aquela pergunta aquém interessa não debater essa questão? Mas 2010, a dança no Estado do Rio, não foi por um todo uma arte meramente passageira, a começar pela dança de salão que conseguiu fazer com que fosse reconhecido por um PL, como patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Rio de Janeiro, um grande feito na área do ensino em 2010, foi na FAETEC através da professora Rosane Campelo, a criação do curso técnico de dança, a nível médio. É preciso registrar que em 2010 foi o Seminário, “Conhecendo e Reconhecendo a Dança na UFRJ e para fechar as raras iniciativas foi um momento impar para a memória da dança no Brasil com o depoimento de Dalal Achcar, no Projeto do MIS, “Depoimentos para a Posteridade” e para a pobre bibliografia da dança dois grandes lançamentos no Rio de Janeiro do Livro dos 100 anos do Teatro Municipal e da Primeira bailarina, Cecília Kerche. Assim, finda-se mais um final de ano que alguns esperam se ver ou rever-se nos melhores da dança publicado no segundo caderno do Jornal O Globo, embora quase nada tenha acontecido no panorama carioca da dança, mas é sempre um avanço essa arte aparecer nas páginas da grande imprensa. O ano de 2010 foi sem duvida um dos mais engessadores da história da dança carioca, nem quando nunca se falava em política publica para a dança havia tamanha gerência do Estado e dependência dos profissionais, para se fazer dança no Estado do Rio de Janeiro; Agora se você não estiver dentro de um Edital, você e seu espetáculo não existe para as pautas dos teatros da Prefeitura e Estado. A classe da dança do Estado do Rio de Janeiro, precisa se articular mais em 2011, unir-se mais com quem faz a dança e esta fora de uma espécie de clube dos amigos, ou seja! Sair do extremismo do COMPANHEIRO e entrar mais no universo profissional e interpessoal, sem nunca esquecer,” Que os políticos passam e a dança continua”. Aos falantes e pensadores da dança é preciso que ouçam mais a cadeia produtiva da dança, que pensem, mas não deixem de aprender com quem esta fazendo a dança acontecer nas áreas periféricas da cidade e dos profissionais esquecidos do Interior do Estado, que quase nunca sabem o que acontece e discutem sobre o seu futuro, salvo se não chega esse humilde Jornal da Dança. 2010 fomos realmente pontuados por uma coisa ali outra aqui, mas tudo de pouco efeito no coletivo, sem o fundamental para o crescimento de uma classe o DEBATE. O Jornal da Dança, em 2010 chegou a seus 21 anos, comemorados com muita festa e merecida por sua dedicação em desbravar um mercado que para muitos ainda é visto apenas como um release pessoal ou de sua vaidade, mas graças a dedicação e seriedade de Edézio Paz e Rakel Lima, a maioria entendeu a diferença do jornalismo feito pelo Jornal da Dança, onde não á comercio da vaidade e os assuntos de interesse da classe são levados a fundo no jornalismo comprometido com a ética. Caro leitor me despeço, acreditando que o próximo mandato do Governador Sérgio Cabral e seu novo ou nova Secretaria de Cultura, realmente chame a classe para saber de suas necessidades e não deixar os projetos de dança no Estado continuar a ser pífios em sua gestão e no cenário nacional, ou discutidos com apenas meia dúzia de profissionais, a esperança é sempre a ultima que morre. Que a classe da dança do Estado do Rio de Janeiro, se inspire nas iniciativas de São Paulo, onde as diferenças conseguem conviver lado a lado pelo interesse de manter a dança e seu calendário vivo, gerando empregos e renda para o Município e Estado de São Paulo. Que venha 2011. A equipe do Jornal da Dança e Rádio JD, continuam a fazer sua parte, após seu site chegar a mais de 229mil acessos, vai presentear a classe com o mais completo e interativo Portal de dança, PORTAL JD. O nosso obrigado aos diretores de escolas que nos acompanham em nossa trajetória a todos que nos respeitam e continuam a confiar no trabalho que é feito para manter a dança VIVA para todos. Acesse: www.portaljd.com.br
Rio, 10/12/2010
Olá amigas(os) Hoje estamos dando mais um importante passo para o crescimento do Grupo JD. Estamos lançando o nosso portal. Essa iniciatitva se fez necessária para trazer até você, mais informações,qualidade e interatividade com o mundo da dança. O Jornal da Dança,Rádio JD e TV JD, estão integrados no PORTAL JD, onde você pode navegar e colaborar com artigos e noticías de sua cidade sobre a classe da dança. A todos sejam bem vindos e contamos com sua compania para continuar-mos mais essa caminhada rumo a valorização da arte e de quem vive dela.
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Edézio Paz
Editor |
Rakel Lima
Dir. Executiva |
Postado por Editor em 06-04-11
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